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April 30, 2009

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Listed below are links to weblogs that reference As dez lições cariocas:

Comments

Ray Adkins

Rachel,

Loved your article. They absolutely missed an opportunity by not publishing it.
I bet number 2 was way to honest for them to hear...and most of all accept it...

Ray

Paulo Mello

Olá Rachel,

Não sou um "Carioca da Gema", já que sou nascido em São Gonçalo (depois de Niterói), mas mesmo assim fico pensando porquê de alguém sair de um país civilizado para viver neste inferno (quente e injusto)?
Eu estou me preparando para migrar daqui pro Canadá onde o clima é frio e a violência é bem pequena.
Conheço NY apenas no inverno, mas já ouvi falar que o verão é, como aqui, muito quente.

Abraços
Paulo Mello

Roberta Zouain

So true! I'd say most of them apply not only for cariocas but for Brazilians in general.

BZgirl

This list reminded me of a book I found in Rio called "How to be a Carioca, The Alternative Guide for the Tourist in Rio" by Priscilla Ann Goslin, The author is an American who married a Carioca and has been living in Rio for over 30 years . I kind of disagree with the second part of the book's title though. It's billed as a tourist guide but really it's more of an anthropological document outlining the differences between Americans and Cariocas through an American's eyes. In fact, a lot of the advice it gives, the dual language references it makes, and the stories it tells are so detailed, so ironically funny, and so jaw droppingly dead on that I feel they would be lost on a tourist who was visiting Rio for just a couple of weeks and doesn't speak the language. I really feel its a great novelty item/souvenir for any American who has spent a lot of time in Rio and loves the city. It seems like more of an artifact preserving cultural differences than does a tour guide like Rio for Partyers or something...hehe (don't get me wrong though...I love to party in Rio.). I found the book at a book store called Copabooks on Rua Francisco Sá in Copacabana of course. I hadn't seen it at Livraria da Travessa or Saraiva but who knows, it could be there. I actually didn't buy it at the time and really regretted it, but I was suddenly reminded of it and just found and ordered it on Amazon.com!!! Not quite the same but oh well.....

Anyway, here's the website for the book. Perhaps some of you have already read it...

http://www.howtobe.com/the-book

guzguz

Muito boa essa tua lista, uma pena que não publicaram.

Acho muito peculiar e interessante essas sua observações sobre o Rio e seus nativos. Sendo carioca e estando saturado na cultura, para analisar ela por um olhar "de fora", acho que faria observações um pouco diferentes. As lições 6,7,9 e 10 eu diria que elas podem variar bastante dependendo do local e dos "cariocas" que te cercam. Mas acho que no geral achei muito legal e interessante. Acho que de repente as tuas observações são mais honestas e puras, por tu teres vindo de outro lugar.

Também já fui um foreigner at NYC. Morei 3 anos lá, e sou demais fã do povo norte-americano, de suas origens e história, seu espírito empreendedor e prático (que acho bem diferente daqui) e seu orgulho pela a sua própria terra. Sinto muitas saudades de lá, e das pessoas que conheci. Mas devo concordar contigo na tua primeira e última lição que aprendeste aqui. O calor humano daqui é incrível mesmo. Isso dá saudades quando tu estas lá.

Boa viagem de volta!
te acompanho no twitter e aqui.

Aline Pereira

Olá Rachel!
Adorei seu artigo e ri bastante, principalmente com o item 7.

Mas sobre comer com as mãos, ao meu ver, vc exagerou um cadinho. Eu sou daqui, e como batata, pizza, hamburguer com as mãos. Confesso que tempos atrás havia essa frescura de tudo ser com garfo e faca.. mas hj em dia é mais "relax".

Agora, São Paulo.. nossa, lá vc ia sentir o nível de pessoas formais e que não usam Havaianas nem para ir a padaria.

Mas foi muito interessante o seu artigo.. aprendi um pouco sobre os americanas. Eu não sabia que exista essa coisa de "personal space".. Enfim.. cada canto (país) com seus costumes.

Hanna

I'm so amazed that I could actually understand your writing! I've been studying portuguese for a really short time, but it seems that the Spanish background really helps- good for me! Your observations are really interesting and I would probably wonder about the same things- coming from a cold Nordic country ;).

M. M.

Ótimo texto, Rachel!!!
Estive no Rio em outubro passado e me encantei, pois a primeira vez eu tinha apenas 9 anos.
Você conseguiu traduzir o espírito carioca muito bem, apesar de não concordar muito com o que falou sobre a maneira do carioca se vestir. Na minha opinião, é o brasileiro que mais sabe se vestir com informalidade, de um jeito descolado "cool", sem parecer desleixado. Amei como as cariocas, independente da roupa que estão usando, usam havaianas em diferentes situações.
Não resisti e também comprei uma havaiana slim, na saída do Rio e depois dessa viagem mudei minha maneira de vestir.
Moro em Brasília e você precisa ver como aqui sim as pessoas se vestem super hiper produzidas e formais, com um estilo totalmente "over".
Sucesso na sua volta pra casa!

RogerPenna

os cariocas realmente nunca ouviram falar de "bolha pessoal".

homens cariocas qdo conversam sentados tocam na perna uns dos outros. Aqui no Rio Grande do Sul, nos sentimos bem desconfortaveis qdo outro homem toca nossa perna durante uma conversa. Se uma mulher fizer o mesmo, bom, daí depende se estamos interessados nela ou não hehe.

mas a questão é que realmente os cariocas são um pouco grudentos demais haha.

Grace

Oi Rachel: quando eu estive no Rio em 2007, eu fui num posto de gasolina comprar chiclete. De repente vi que não tinha trocado em reais suficiente, e um homem desconhecido atrás de mim se ofereceu para completar a diferença. Fiquei boba com a gentileza.

Grace

Paulo Mello, se você quer ver quente, e só morar em Washington DC. No verão (já esta quente em abril!) até meados de setembro é muito quente. Quente e úmido, as vezes parece a Amazonia..:)

Paula

Nossa menina, como todas essas comidas que você citou com a mão, e olha que tenho fama de fresca...
Agora comer na rua andando eu achava esquisito quando morava em San Diego, apesar de não ter nada de estranho nisso!!! Costumes, vai entender...
Sorte na sua volta

Marcio Goncalves

"O vendedor me aproximou e disse, “Tem algo no seu cabelo,” e enquanto falava, foi tirar um pedaço de algodão do meu cabelo. Fiquei sem palavras porque no meu pais, fazer uma coisa assim com um desconhecido (e até cliente!) é impensável."

Hum, I always do this here in San Francisco. Am I being rude in a american point of view?
For me it seems rude NOT to tell the person that she has something in her hair and let her walk around with it.

Account Deleted

Bom dia.
Perdi o sono e aqui estou eu as 4 da manha na web quando descobri seu blog e me surprendi com este seu post. Me surpreendi pela forma limpa e humanizada com que soube descrever a essencia carioca.

Fico feliz em saber que se sente bem no Rio. Não tenho muito a oferecer, mas se algumas imagens da cidade, ou mesmo outras que fiz mundo a fora, lhes forem agradaveis aos olhos, fique a vontade para visitar meu site www.s4photo.co.uk

Bom feriado!
Marcos Semola

Cristina

Sou uma espanhola que passou algum tempo no Rio e é muito engraçado para mim ler algumas das suas percepçoes sobre a cidade. Em muitas coincidimos plenamente, por exemplo o lance da roupa (eu sou de Barcelona e aqui todo mundo é informal) o do barulho (que estranho que as pessoas achem esquisito assoar o nariz, da para ver que com o calor nao é tao normal ficar resfriado). Com o lance da comida, no entanto, a minha percepçao é totalmente contrária à sua. Para mim tem muita comida na rua (aqui na Europa geralmente nao tem) e o tempo do almoço é rápido (aqui paramos 3 horas e durmimos um pouquinho).
É muito legal comparar as percepçoes das pessoas viajando, é a verdadeira aprendizagem da vida.

Cadu

Mt legal, ri mt com alguns pontos pq coincidem com as da minha namorada, mas com relação à injustiça vejo q isso é algo não só do rio ou do Brasil mas do mundo de uma forma geral. Ou os norte-americanos não se sentem mal ao saber que os vizinhos do sul são mt mais pobres? E os europeus? Não sentem que podem mudar o q acontece com os vizinhos africanos? Isso sem levar em consideração o que historicamente tanto os EUA como a Europa "ofereceram" aos do hemisfério sul. O que vc sugere? O q deu pra vc fazer para melhorar essa situação?
E em NY não tem mendigo? Em Miami vi gente pedindo dinheiro, mas confesso que o único que conheço da América do Norte é a Florida e eu era mt mais novo assim que na verdade não sei como é na sua cidade, mas já ouvi falar de algumas coisas q acontecem q não parecem deixar uma imagem de uma cidade sem diferenças sociais, ainda q seja o pais "mais rico" do mundo.
Realmente é uma situação mt triste, é como por exemplo ver seu país destruindo outros e matando gente inocente por uma guerra que não é sua. Isso não é uma injustiça?

Thaddeus Blanchette

Cadu brings up an excellent point.

Poverty in Brazil is somehow 100% Brazil's fault and we, the Brazilian middle-class, should be knocking ourselves in remorse over it.

But the economy is globalized and has been for quite some time. For 50 years now, the U.S. has dominated the world's financial instruments. It has cERTAINLY dominated the socio-economic perspective of the Brazilian decision-making elite, having helped engineer a coup detat in 1964 to ensure that things would stay that way.

So why should the Brazilian middle-class be anymore concerned with poverty in Brazil than the American middle-class, who've helped construct this situation and certainly benefit from it (or not) as much as we supposedly do?

This is the gringo POV that I just can't get my head around and it certainly isn't just Rachel who feels this way.

It seems to me that gringos, as a rule, are quite happy living with immense amounts of poverty in the world as long as they don't have to see, smell, or interact with it. And because the Brazilian middle-class does all these things - and because we don't just magically snap our fingers and make poverty disappear - we are somehow supposed to be more corrupt and irresponsible than Americans.

Lanika

Eu adoro ver o seu olhar sobre a minha cidade, mas uma coisa em que vejo você pecando é considerar que todos os cariocas são iguais aos que você conheceu =)

Por exemplo, about number 10, nem todos os homens cariocas gostam de futebol. Eu tive a sorte de não namorar um homem sequer que gostasse de futebol, embora meu pai seja fanático pelo Botafogo, então tenha crescido numa casa onde tudo parava para o futebol. Já namorei um legítimo garoto de Ipanema que nem Copa do Mundo curtia: em época de jogo ele pegava o violão e íamos para a praia enquanto ele ficava tocando para mim. Não tem nada passando na TV além de futebol? Colocamos um DVD e ficamos namorando no sofá. And I absolutely hate the fireworks!

About number 9, eu não consigo entender porque americanos acham natural ficar com as mãos engorduradas e depois sair engordurando tudo ao seu redor. Greasy hands bring greasy clothes, greasy hair, greasy glasses... Muito pouco higiênico na minha opinião.

7 - Barulhos de peido e arrotos são aceitos se você for homem (e machista, e mal-educado), mas considerados grosseiros se você for mulher. Homens fazem campeonatos de arroto e dão risada, mas na minha opinião são os mesmos homens que não vêem problemas em urinar no meio da rua num muro ou poste.

6 - Depende da criação da pessoa. Eu saio largada e com "roupa de faxina" para ir ao supermercado porque irei carregar compras, suar e me sujar. Eu compro pão usando pijama. Mas quanto mais ao sul, mais as pessoas se arrumam para sair. Em São Paulo ninguém vai de pijama à padaria. Meu namorado curitibano SURTA se eu for ao mercado "vestida como uma mendiga".

5 - About personal space: I like my personal space very much. Não gosto e me sinto incomodada pelas mesmas coisas que você citou, e sou carioca nascida e criada na cidade. Só gosto de ser tocada por pessoas que eu conheço, amigos ou pelo menos conhecidos. Odeio fila, não suporto metrô lotado, fico em pânico em ônibus superlotados. Detesto aquela senhora tagarela da fila do banco que começa a contar a história da vida dela se você olhar nos olhos dela.

4 - So true...

3 - Não sei se porque nunca tive muito dinheiro, mas discordo. As melhores coisas do Rio são as gratuitas e nós cariocas sabemos disso muito bem. Pelo menos eu e meus amigos gostamos dos chamados "3B": Bom, Bonito e BARATO.

De resto, muito obrigada por 2 e principalmente por 1 e boa sorte em NY!

Thyago

Muitíssimo interessante ver esses comentários a respeito da vida carioca, tão normal pra gente, que nem percebemos. Alguns pontos são discutíveis. São suas impressões, claro, e você está com a sua razão em ter visto e entendido dessa forma.

O futebol, por exemplo. É impossível você achar algo diferente. Principalmente no Rio. Estar em Copacabana durante um jogo do flamengo, é escutar em uníssono, o grito encanado por todos aqueles corredores de ruas e prédios, de um bairro inteiro e todos os seus bares em alto e bom "gooooollllll". Como você poderia pensar em algo diferente? A minoria que não gosta de futebol é imperceptível diante de tal massa orgulhosa ocupando cada bar, esquina, televisão, banca de jornal, etc. da cidade. Eu, por exemplo, faço parte da minoria. Jogo Rugby, não futebol.

Os barulhos do corpo, vc está completamente certa. É muito normal um estrangeiro assoar o nariz em um lenço, no barulho que ele tiver que fazer. Se estiver perto de um carioca, a gente fica desconcertado. Se estiver entre estrangeiros, não há problema algum. Uma normalidade só! Já entre os homens, e somente entre eles, peidos e arrotos estão liberados. Seja entre amigos, desconhecidos no banheiro, ou numa arquibancada durante um jogo de futebol. Se uma mulher estiver perto, a coisa muda de figura.

A informalidade carioca em se vestir, quem vê é só o carioca que acha que aquela produção-shopping, é informal. Aqui é um preparo desnecessário, sempre, quase ritual, pra sair pra vários lugares. Só somos informais e básicos, quando vamos pra tirar a roupa (praias). Eu diria até que nem os homens são tão práticos pra se vestirem quanto os homens americanos.

Já em relação ao espaço pessoal... bem, eu sei que a gente é mais próximo que os americanos, nos permitimos algumas coisas a mais que o americano não gosta. Mas eu não suporto conversas com um desconhecido me segurando no braço, toda hora botando a mão em mim, ou pior, muuuuuuito pior: quando eu estou sentado (geralmente em um bar) e o sujeito está em pé, e começa com aquela conversinha em diversos tons, altos e baixos... e quando ele fala baixo, quase encosta o nariz na minha cara, me segurando pelo braço pra destilar toda sua inteligência alcoolizada. Isso pra mim é o pior. Como a Lanika disse acima, toques só são bem-vindos de conhecidos.

Quanto aos locas gratuitos, essa é a grande virtude carioca, sua democracia nas diversões, seus prazeres garantidos a pouco ou nenhum custo. Entretanto, claro, aí tem um porém, não existe nada caro demais ou barato demais pra quem goste "de menos". Eu partilho sua opinião, o melhor do Rio é de graça!

É isso! Gostei e apoio suas exposições acerca do nosso modo de viver, incluindo aí todas as suas particularidades que possam não representar exatamente a maioria. Foi o modo que você viu e entendeu a cidade.

Beijos! (coisa de carioca...)


Elizabete

Rachel congrats for your post, we need more post like that with fun, curiosity and not only political post talking about favela all the time.


Elizabeth

Elizabete

Rachel you just forgot about make-up Brazilian x American.

Because we brazilian usually just put little make-up on, such lips stick/gloss, mascara/pencil for eyes. But for other occasions like weddings, parties etc we put a heavy(in my opinion appropriate) make up. Usually the american woman put lots of foundation and heavy make-up no matter if is day time, lots of times with very, very informal outfit. flip flop etc

Patricia

Oi Rachel!
Sou Brasileira e resido nos estados unidos ha 11 anos e tenho um coracao muito divido em relacao aos 2 paises, quando vou ao Brasil quero estar aqui e vice versa.Nos Estados unidos me sinto segura, sei que posso contar com a policia, sei que posso contar com o sistema de saude e de educacao... mais acho os americanos roboticos, frios, mal vestidos e mal educados a mesa.No Brasil por outro lado me sinto sufocada com a falta de espaco pessoal,a falta de seguranca,como todos se metem na sua vida, a ignorancia das pessoas...mais o brasileiro e um povo muito amoroso, solidario,FELIZ e que sempre esta tentando ajudar o proximo mesmo que nada tenha.Aqui nos estados unidos somos sempre tratados como inferiores e no brasil vcs sao tao bem tratados... Acho que nao existe lugar perfeito!

Miss Observer

Carioca é tudo folgado, grudento e nojento.
Fato.

Júlio César

Comentário de Patrícia, só pode ser paulista. Fato.

Ana

Oi Rachel,

adorei sua lista, ao contrário do que muitos falam também fui muito bem tratada pelos americanos na Califórnia. As pessoas foram solidárias e educadas comigo o tempo todo. Agora, senti muito a falta do toque. Achava super estranho alguém ser tão afetuoso e não dar um abraço. Enfim, cada povo com a sua mania.

Beijos (porque sou carioca)

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